





























O jantar de quinta-feira à noite, dia 15 de março, o primeiro dia do Festival Literário da Madeira, está agendado para as 20.00 no restaurante Venda da Donna Maria, situado na Zona Velha do Funchal. Com decoração inspirada nas tradições e história da freguesia de Santa Maria Maior, apresenta pormenores dos anos 40, 50 e 60 do século xx, servindo as refeições em pratos originais da época.
Morada
Venda da Donna Maria
Rua de Santa Maria, n.º 51
9060-290 Funchal
Situado no Lido, o Hotel Meliã Madeira Mare é um hotel moderno de linhas contemporâneas e de inspiração marítima, com vista sobre o oceano Atlântico e acesso à pequena praia do Gorgulho.
Dispõe de alojamento para férias ou para negócios sendo composto por 220 quartos, incluindo 16 suites premium, 8 master suites e 2 suites executivas.
A oferta de serviços de comidas e bebidas do hotel é composta por dois restaurantes, três bares e esplanadas. Dispõe ainda de três piscinas aquecidas — uma exterior, uma dedicada às crianças e uma interior de água doce —, SPA e fitness center. A área de congressos e de eventos totaliza 750 m2, nos quais se incluem um ballroom com capacidade até 450 pessoas e 5 salas polivalentes com um foyer e um business centre.
Morada
Meliã Madeira Mare
Rua Leichlingen, n.os 2-4
9000-003 Funchal
O Teatro Baltazar Dias deve o seu nome ao poeta cego da ilha da Madeira, autor teatral da segunda metade do século XVI. Construído em 1888, foi palco das mais importantes manifestações culturais na Madeira; durante muito tempo, a sua sala foi a única a exibir filmes em toda a ilha. Desde a demolição do velho Teatro Grande, era aspiração dos munícipes funchalenses a construção de um teatro digno da terceira cidade do país.
Construído no anterior espaço pertencente ao mercado e ao circo, o projeto de construção do teatro foi entregue ao engenheiro portuense Tomás Augusto Soler. A primeira pedra da construção do futuro Teatro Municipal do Funchal foi lançada a 24 de Outubro de 1884. Para estas obras, além de Tomás Augusto Soler, deslocaram-se ainda dois pintores e decoradores conhecidos no país, Eugénio do Nascimento Cotrim e o italiano Luigi Manini, ambos com grande experiência de decoração de teatros.
A plateia comportava inicialmente 250 lugares, dos quais 100 eram mais confortáveis e de maior preço, seguindo-se as cadeiras, próximas do fosso da orquestra. Superiormente e em correspondência, ficam os camarotes de 2.ª ordem, nivelados com o salão nobre, no 1.º andar do edifício. No início, previu- -se igualmente uma geral com 150 lugares. Hoje, por questões de segurança, pois o teatro tem 100 anos, e por questões técnicas, dado o sistema de iluminação, este espaço não é utilizado pelo público.
As obras do teatro terminaram em Julho de 1887, e, no dia 27 desse mês, os artistas organizaram uma grande festa para comemorar a entrega do edifício à Câmara.
Depois desta data, a inauguração foi por diversas vezes anunciada, a primeira das quais para o dia 16 de Outubro de 1887, data do aniversário da rainha D. Maria Pia, padroeira do teatro, mas acabou por não se realizar.
Até aos dias de hoje, o teatro recebeu várias designações. Primeiramente chamava-se Teatro D. Maria Pia, em homenagem à esposa de D. Luís I. Depois da implantação da República, mudou de nome para Teatro Funchalense. Posteriormente, foi nomeado Teatro Manuel de Arriaga, antigo deputado pela Madeira e primeiro presidente da República. Anos mais tarde, foi proposto pelo então presidente da Câmara, Fernão de Ornelas, um novo nome: Teatro Municipal Baltazar Dias, em homenagem ao dramaturgo de origem madeirense. É essa a designação que permanece até hoje.
O projeto, desenvolvido pelo arquitecto Tiago Oliveira, teve como objetivo a recuperação de uma antiga quinta madeirense que respeitasse a identidade da área mas que fosse simultaneamente um projeto moderno, elegante e sofisticado. Assim, neste complexo turístico, que hoje é membro do exigente grupo internacional Design Hotels, conseguiu-se instituir um ambiente sofisticado mas casual numa localização espantosa e única assente no equilíbrio entre a arquitectura e a paisagem.
Em termos ambientais, conservou-se o dragoeiro, uma espécie que faz parte da Macaronésia, e criaram-se jardins à volta da propriedade que possuem uma distinta variedade de árvores e flores. Os quartos foram desenhados por Carvalho Araújo, um dos colaboradores habituais do arquiteto Siza Vieira.
O restaurante, com uma estrutura envidraçada, foi concebido para que, durante a noite, quando iluminado, pareça suspenso sobre o mar e a vila, onde se pode saborear um menu elaborado pelo chef Eleutério Costa. A estalagem oferece uma série de atividades ligadas à natureza de saúde e bem-estar, através dos tratamentos especializados do spa ou das aulas de ioga e qi-gong com vista sobre o mar.
Morada
Quinta da Rochinha, Caminho do Passo, n.º 6
9360-529 Ponta do Sol
Conferência inaugural: Agustina Bessa-Luís
Visitas a Escolas
*16 DE MARÇO*
Visitas a Escolas
Mesa 1
«Éramos felizes e não sabíamos»
Espetáculo Ser Ser Poeta não É Uma Invenção Minha
*17 DE MARÇO*
Mesa 2
«Éramos poors e não sabíamos»
Mesa 3
«Éramos violentos e não sabíamos»
Mesa 4
«Éramos piegas e não sabíamos»
Lançamento Nova Delphi
Mesa 5
«Éramos originais e não sabíamos»
Noite do Desassossego

















