





























Mesa de Debate 1 – «Éramos felizes e não sabíamos»
16 de março | 18.00
Moderador: Castanheira da Costa
Participantes: Inês Pedrosa, José Manuel Fajardo, Patrícia Reis, Pedro Vieira, Rui Nepomuceno
Mesa de Debate 2 – «Éramos poors e não sabíamos»
17 de março | 10.00
Moderador: Ana Isabel Moniz
Participantes: Afonso Cruz, Ana Margarida Falcão, Eduardo Pitta, Júlio Magalhães
Mesa de Debate 3 – «Éramos violentos e não sabíamos»
17 de março | 11.45
Moderador: Donatella Bizutti
Participantes: Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, João Carlos Abreu, Yang Lian
Mesa de Debate 4 – «Éramos piegas e não sabíamos»
17 de março | 15.30
Moderador: Diana Pimentel
Participantes: Joel Neto, Manuela Ribeiro, Paulo Sérgio BEJu, Valter Hugo Mãe
Mesa de Debate 5 – «Éramos originais e não sabíamos»
17 de março | 17.30
Moderador: Francisco Fernandes
Participantes: Francisco José Viegas, Graça Alves, José Mário Silva, Karla Suárez

Nasceu, em 1971, na Figueira da Foz e haveria, anos mais tarde, de viajar por mais de 60 países. Em 2008, publicou o seu primeiro romance, A Carne de Deus — Aventuras de Conrado Fortes e Lola Benites, ao qual se seguiria, em 2009, Enciclopédia da Estória Universal, galardoado com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. Em 2011, publicou Os Livros Que Devoraram o Meu Pai (Caminho, Prémio Literário Maria Rosa Colaço) e A Contradição Humana (Caminho, prémio Autores SPA/RTP). Além de escrever, é ilustrador e realizador de filmes de animação. Na sua obra, destacam-se ainda O Pintor Debaixo do Lava-Loiças (Editorial Caminho, 2011), A Boneca de Kokoschka (Quetzal Editores, 2010), A Contradição Humana (Editorial Caminho, 2010), Os livros que devoraram o meu pai (Editorial Caminho, 2010) e Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal Editores, 2009).
Visitará a Escola Secundária Francisco Franco, 16.03, com Júlio Magalhães.
Participará na Mesa 2 — Éramos poors e não sabíamos, 17.03, às 10.00, com Ana Margarida Falcão, Eduardo Pitta e Júlio Magalhães.
Doutorou-se na especialidade de Literatura (Francesa), em 2003. É professora do Departamento de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, onde tem lecionado em cursos de licenciatura bem como de estudos pós-graduados. Lecionou também diversos seminários de Literatura e Cultura Portuguesa em Espanha (Universidade Autónoma de Madrid e Universidade de Alcalá) e em França (Paris X — Nanterre e Université Blaise Pascal, em Clermont-Ferrand). É membro-investigador do Centro de Estudos Comparatistas (CEC), da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, encontrando-se presentemente a desenvolver o pós-doutoramento sobre a Viagem e Utopia na Literatura Contemporânea, com particular incidência na obra de Helena Marques, projeto apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Tem coorganizado anualmente reuniões científicas nacionais e internacionais nas áreas privilegiadas pela sua investigação: Literatura e Cultura Portuguesas, Francesas e Comparada da contemporaneidade, e é autora de diversas publicações nacionais e internacionais decorrente da sua participação em colóquios internacionais e seminários. É membro das seguintes Associações: Associação Portuguesa de Literatura Comparada, Associação Internacional de Lusitanistas, Société d’étude de la Littérature Française du XXème siècle, Association des Amis de Pontigny-Cerisy e da Associação Portuguesa de Estudos Franceses, desempenhando nesta as funções de secretária da Direção.
Moderará a Mesa 2 — Éramos poors e não sabíamos, 17.03, às 10.00, com a participação de Afonso Cruz, Ana Margarida Falcão, Eduardo Pitta e Júlio Magalhães.
© Escola Secundária Jaime Moniz
Nasceu no Funchal, em 1949. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante Estudos Franceses, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e doutorada em Teoria da Literatura na Universidade da Madeira, onde é docente de Literatura Portuguesa e de Literatura e Estudos Interartes. É também autora do livro de ficção Olargo, ou o percurso de um habitante, recomendado para publicação pela APE e pelo IPLL, em 1989, e do romance Z de Zacarias (Signo, 1991). Integrou as Antologias Ilha 4 e Ilha 5 (Câmara Municipal do Funchal, 1994 e 2008), bem como Narrativas da Madeira (Funchal, 1997). Coorganizou Literatura de Viagem — Narrativa, História, Mito (Cosmos, 1998), Um Arquipélago de Escritores-Viajantes (Expo ’98), A Madárember — mai Portugál Elbeszél, traduzido para húngaro (Íbisz Ministério da Cultura/ IPLB, 2000), Antologia de Poesia Portuguesa, edição bilingue português/italiano (Universidade de Pisa, 2004); Antologia E depois? — Sobre a cultura na Madeira (Universidade da Madeira, 2005); Antologia de Contos Madeirenses (Campo das Letras, 2005), Pontos Luminosos — Açores e Madeira — Antologia de Poesia do Século (Campo de Letras, 2006). Tem colaboração dispersa por revistas literárias como O escritor, Dedalus, Ariadne, Islenha, Margem e Neo-6e ainda em inúmeras publicações de atas de congressos em Portugal, Espanha, Reino Unido, França e Brasil. Coorganizou e colaborou regularmente em séries de programas literários na RDP-M, RTP-M e RTP-I de 1990 a 2008.
Participará na Mesa 2 — Éramos poors e não sabíamos, 17.03, às 10.00, com Afonso Cruz, Eduardo Pitta e Júlio Magalhães.
É professor de literatura e escrita criativa na Universidade de Nova Iorque e editor da American Book Review. Assinou seis coletâneas de poesia, e Tony’s World (2010) é a sua mais recente publicação. Os seus poemas apareceram em mais de cem periódicos, incluindo Ploughshares, The Nation, Centennial Review e American Poetry Review. O seu texto Visions & Revisions: The Poets’ Practice [T. Y. Crowell], de 1971, foi reeditado pela Broadview Press em 2002. Em 2012, a New York Quarterly Books publicará Drastic Dislocations: New and Selected Poems. Entre os galardões que recebeu, contam-se o Poetry Society of America’s Lyric Poetry Prize (1985) e o Pushcart Poetry Prize Nominations 2010. Possui um interesse especial em apresentar a leitura de poesia em colaboração com o jazz, tendo editado seis álbuns com esta vertente. O seu último trabalho, Euphoria Ripens (2008), foi aclamado como um dos melhores lançamentos pelo All About Jazz. Em 2012, a Cadence Jazz Records lançará o álbum Lucky These Days.
Visitará a Universidade da Madeira, 16.03, com Donatella Bisutti, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, Yang Lian.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Participará na Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, João Carlos Abreu, Yang Lian.
Atuará na Noite do Desassossego, 17.03.
José Manuel Nunes Castanheira da Costa nasceu a 14 de maio de 1957 em Angola. Reside no Funchal desde fevereiro de 1992, atualmente em S. Gonçalo. É Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, grau com que foi agraciado pelo presidente da República Jorge Sampaio em virtude do seu papel como reitor da Universidade da Madeira.
É licenciado e mestre em Matemática pela Universidade de Montpellier e doutorado em Matemática pela Universidade de Aberdeen. Foi vogal da Comissão Instaladora da Universidade da Madeira, de abril de 1993 a julho de 1996, e hoje exerce funções como reitor da mesma instituição. A sua produção científica centrou-se em especial nos aspetos geométricos da Teoria da Relatividade Geral.
Moderará a Mesa 1 — Éramos felizes e não sabíamos, 16.03, às 17.30, com a participação de Inês Pedrosa, José Manuel Fajardo, Patrícia Reis, Pedro Vieira, Rui Nepomuceno.
Nasceu em Lisboa, em 1972. É professora no Centro de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, sendo doutorada em Linguagem e Comunicação. Colabora com a revista Colóquio/Letras desde 1994, onde tem publicado diversas recensões críticas e alguns ensaios.
Recentemente, é autora de FNC_Mapa Poético, uma selecção de poesia portuguesa contemporânea sobre o Funchal, publicada na Arquitectura — Revista del Colegio Oficial de Arquitectos de Madrid (COAM) (editada por Arturo Franco), em 2010. É ainda autora do livro Ver a voz, ler o rosto: uma polaróide de Herberto Helder (2007) e organizou a antologia Pontos Luminosos. Açores — Madeira, Antologia de poesia do século xx, publicada em 2006.
Moderará a visita à Universidade da Madeira, 16.03, com Barry Wallenstein, Donatella Bisutti, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, Yang Lian.
Moderará a Mesa 4 — Éramos piegas e não sabíamos, 17.03, às 15.30, com a participação de Joel Neto, Manuela Ribeiro, Paulo Sérgio BEJu e Valter Hugo Mãe.
Poeta, ficcionista e ensaísta, publicou, entre outros, Inganno Ottico (prémio Montale, na categoria de inédito), o romance Voglio avere gli occhi azzurri, e o poema baseado no Apocalipse Colui que viene, o ensaio La Poesia salva la vita, os livros para crianças L’Albero delle Parole e Le parole magiche, a antologia poética The Game — Poems 1985-2005. Fundou e dirige a revista Poesia e Spiritualità. Recebeu em dezembro de 2011 o prémio Poesia e Cultura Ispica. A sua última recolha poética, Rosa Alchemica (2011), foi recenseada nos mais importantes jornais italianos.
Visitará a Universidade da Madeira, 16.03, com Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, Yang Lian.
Coordenação especial do espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Moderará a Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com a participação de Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral,Francesco Benozzo, Jaime Rocha, João Carlos Abreu e Yang Lian.
Nasceu em 1949. É poeta, escritor, ensaísta e crítico. Os seus poemas estão traduzidos em inglês, francês, castelhano e italiano. Tem colaboração dispersa por jornais e revistas de Portugal, Moçambique, Brasil, Espanha, França, Itália, Colômbia, Inglaterra e Estados Unidos. Publicou dez livros de poesia, cinco volumes de ensaio, uma trilogia de contos, um romance e um diário. O seu título mais recente é Desobediência (2011). Participou em congressos, seminários e festivais de poesia em Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia e Colômbia. Dirige a edição das obras completas de António Botto. É autor do blogue Da Literatura, crítico da revista Sábado e colunista da revista LER. Os seus livros mais recentes são Desobediência (Publicações Dom Quixote, 2011), Aula de Poesia (Quetzal Editores, 2010), Cidade Proibida (Quidnovi, 2007).
Participará na Mesa 2 — Éramos poors e não sabíamos, 17.03, às 10.00, com Afonso Cruz, Ana Margarida Falcão, Júlio Magalhães.
Em dezembro de 2009, foi nomeado comissário do Plano Nacional de Leitura. Em 1991, recebeu o prémio de ensaio Pen Clube. Traduziu As Flores do Mal, de Baudelaire, e foi distinguido com prémios do Pen Clube e da Associação Portuguesa de Tradutores. Também traduziu os Poemas Saturnianos, de Verlaine, e toda a poesia de Jorge Luis Borges. Em fevereiro de 2008, recebeu em Madrid o prémio Goya na categoria de melhor canção original para o «Fado da Saudade», interpretado por Carlos do Carmo no filme Fados, de Carlos Saura. Destaca-se na sua obra O Segredo de Leonardo Volpi (Publicações Dom Quixote, 2009), A Luz da Madrugada (Publicações Dom Quixote, 2007), Área de Serviço (Publicações Dom Quixote, 2006) e Poesia Reunida 1990-2000 (Publicações Dom Quixote, 2000).
Visitará a Universidade da Madeira, 16.03, com Barry Wallenstein, Donatella Bisutti, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, Yang Lian.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Participará na Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com Barry Wallenstein, Francesco Benozzo, Jaime Rocha, João Carlos Abreu, Yang Lian.
Nasceu em Modena em 1969. Poeta, músico, investigador, escreveu vários volumes de poesia e prosa, centrados na paisagem poética, nas plantas e na terra. Leciona Filologia Românica na Universidade de Bolonha e é fundador da etnofilologia, uma disciplina que tem como objeto de estudo o método filológico e demo antropológico, uma aproximação aos textos inspirados na liberdade. Dirige as revistas internacionais Quaderni di semantica. Lingua storia e antropologia culturale e Studi celtici. É coordenador do grupo de investigação do Paradigma da Continuidade Paleolítica para a origem indo-europeia (http://www.continuitas.org/). Entre os seus livros mais recentes contam-se La tradizione smarrita (2007), Cartografie occitaniche (2008), Etnofilologia: un’introduzione (2010) e Arqueologia etimológica (Apenas Livros, 2011). Como músico editou cinco álbuns e é convidado para tocar nalguns dos mais importantes teatros de Itália, bem como em grandes festivais europeus de música étnica. Ganhou uma menção especial da crítica dos Folk Awards de Edimburgo e foi finalista do prémio Tenco 2009 com o álbum Terracqueo, produzido na Dinamarca. Recentemente apresentou-se com a sua harpa céltica e com Wisława Szymborska no Teatro Valle, em Roma. Está atualmente trabalhar no álbum de canto tradicional do final do século VIII e num projeto discográfico com Bernardo Lanzetti, vocalista italiano de rock progressivo da PFM.
Visitará a Universidade da Madeira, 16.03, com Barry Wallenstein, Donatella Bisutti, Fernando Pinto do Amaral, Jaime Rocha, Yang Lian.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Participará na Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral, Jaime Rocha, João Carlos Abreu, Yang Lian.
Participará no espetáculo Noite do Desassossego, 17.03, às 22.30.
Nasceu no Funchal em 1952. Economista, doutorado em Motricidade Humana, exerceu a docência nas áreas da Matemática, Ciências Naturais e Estatística. Foi secretário regional de Educação e Cultura da Região Autónoma da Madeira. Com vários livros publicados nas áreas da investigação, dramaturgia, ficção (narrativa e romance), é, no entanto, à literatura infantojuvenil que tem dedicado especial interesse. Publicou, com a chancela 7 Dias 6 Noites, O Sonho da Maria (parte do Plano Nacional de Leitura), Porque Devo Ir à Escola?, O Enigma do Código *uSn, Irina e O Enigma da Casa das Mudas. Em 2002, foi distinguido com a Menção Especial do Júri do Prémio Literário Edmundo Bettencourt, da Câmara Municipal do Funchal, pelo romance A Casa do Penedo da Gaivota, e, em 2005, venceu o Prémio Literário António Feliciano Rodrigues Castilho, da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Funchal, com o conto «A Esquina do 95».
Moderará a Mesa 5 — Éramos originais e não sabíamos, 17.03, às 17.30, com a participação de Francisco José Viegas, Graça Alves, José Mário Silva e Karla Suárez.
Nasceu em 1962 em Vila Nova de Foz Coa. Foi professor universitário, jornalista, diretor da Casa Fernando Pessoa, diretor editorial na Quetzal Editores e diretor da revista LER. É atualmente secretário de Estado da Cultura. Autor de diversos livros de poesia, de livros de viagens e de romances. Em 2005, foi distinguido com o Grande Prémio APE de Romance com o livro Longe de Manaus. Tem livros publicados na Alemanha, em Itália, no Brasil e em França. O Mar em Casablanca (ficção, 2009) é o seu último romance.
Participará na Mesa 5 — Éramos originais e não sabíamos, 17.03, às 17.30, com Graça Alves, José Mário Silva e Karla Suárez.
Nasceu em Milão em 1954. Passou da poesia para o vídeo, tentando criar com as palavras e sons uma imagem da poesia. Define o seu trabalho como uma combinação de símbolos e palavras que visam dar ao espectador o mesmo sentimento de um leitor ao ler um texto poético. Por este motivo, depois da publicação de poesia nos anos 80 e 90, abandonou a escrita poética para se dedicar à vídeo-poesia.
A sua pesquisa levou-o a transpor para vídeo os versos de poetas europeus de renome, tais como Paul Celan, Fernando Pessoa, Dylan Thomas, Thomas Eliot e os poetas milaneses Giampiero Neri, Tiziano Rossi, Giulia Niccolai, Tomaso Kemeny, Giancarlo Majorino, Donatella Bisutti e Roberto Sanesi.
Já ganhou inúmeros prémios de videoarte em Itália e no estrangeiro (França), tendo participado em várias apresentações, festivais e recitais de poesia.
Nasceu na Madeira em setembro de 1964. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e professora de Português. Foi vencedora do prémio literário Horácio Bento de Gouveia, em 2004 e 2006. Venceu também o concurso literário Professor Francisco Freitas Branco de 2007 e o prémio Vinho Madeira em 2008. É autora de vários trabalhos, tais como Um Pingo de Sol na Areia e os contos «Sétimo Dia» e «Foi o Mar», reeditados em 2009 e integrados na obra São Vicente em Fundo, editada pela 7 Dias 6 Noites. Em 2010, publicou Meu Simão daquela Tarde, na mesma editora.
Visitará a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, 15.03, com Paulo Sérgio BEJu, Valter Hugo Mãe.
Visitará a Escola Básica e Secundária Bispo D. Manuel Ferreira Cabral, 16.03, com Pedro Vieira.
Participará na Mesa 5 — Éramos originais e não sabíamos, 17.03, às 17.30, com Francisco José Viegas, José Mário Silva, Karla Suárez.
Nasceu em 1962. Trabalhou na imprensa, na rádio e na televisão. É cronista no semanário Sol. Publicou os romances A Instrução dos Amantes, Nas Tuas Mãos (prémio Máxima de Literatura), Fazes-Me Falta e A Eternidade e o Desejo (finalista do prémio Correntes d’Escritas 2010 e do prémio PT de Literatura). Os Íntimos, publicado em 2010, é o seu mais recente romance. Os seus livros têm sido publicados em Espanha, em Itália, no Brasil e na Alemanha. É, desde fevereiro de 2008, diretora da Casa Fernando Pessoa.
Proferirá a Conferência inaugural dedicada a Agustina Bessa-Luís, 15.03, às 18.00.
Participará na Mesa 1 — Éramos felizes e não sabíamos, 16.03, às 18.00, com José Manuel Fajardo, Patrícia Reis, Pedro Vieira, Rui Nepomuceno.
© Reinaldo Rodrigues
Nasceu em 1949. Frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Aos 21 1anos exilou-se em paris, onde trabalhou como porteiro da noite de um hotel nos últimos anos da ditadura. Regressou a Portugal depois da Revolução de Abril. Publicou o seu primeiro livro, Melânquico (poesia), em 1970. Tem editadas várias obras no domínio da ficção, da poesia e do teatro. Recebeu o prémio Eixo Atlântico de Textos Dramáticos com a peça Seis Mulheres Sob Escuta e o prémio APE de Teatro com O Terceiro Andar (1998). Foi editor da secção de Cultura do Público. Publicou recentemente Necrophilia (Relógio D’Água, 2010) e Anotação do Mal (Sextante Editora, 2010).
Visitará a Universidade da Madeira, 16.03, com Barry Wallenstein, Donatella Bisutti, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Yang Lian.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Participará na Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, João Carlos Abreu e Yang Lian.
Nasceu no Funchal em 1935. Iniciou a sua vida profissional como jornalista do Jornal da Madeira aos 18 anos. Em 1962 parte para Roma onde passa a residir, ficando acreditado nos serviços de imprensa do Vaticano a fim de cobrir, como correspondente daquele jornal, as sessões do Concílio Ecuménico do Vaticano II. Regressa à Madeira em 1964, partindo logo a seguir para a Inglaterra de modo a fazer uma experiência na hotelaria, no Sussex. Volta a Roma. Como agente de viagens, desenvolve uma ação prestigiante, passando de seguida à hotelaria como diretor-geral do Hotel Lido Sol e, posteriormente, como diretor de relações públicas no Hotel Sheraton. Foi professor de Relações Públicas em diferentes estabelecimentos de ensino. Publicou centenas de crónicas em jornais portugueses e estrangeiros. É autor de mais de uma dezena de livros de poesia e em prosa. Fez conferências sobre turismo e literatura em várias universidades em Espanha e Itália. Foi distinguido com alguns prémios.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Participará na Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha e Yang Lian.
Nasceu em Angra do Heroísmo, em 1974. Publicou livros de ficção, de crónica e de reportagem. Escreveu em quase todos os grandes jornais portugueses, ganhou vários prémios de reportagem e vem desenvolvendo há mais de 20 anos uma intensa atividade como cronista. O seu livro O Citroën Que Escrevia Novelas Mexicanas (2002) foi adotado como leitura obrigatória pela Universidade dos Açores. O volume anterior, O Terceiro Servo (2002), foi alvo de estudo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no Brasil. Banda Sonora para Um Regresso a Casa é uma seleção das suas melhores crónicas, a maior parte delas publicadas na coluna «Muito Bons Somos Nós», distribuída com os jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias. Sairá em 2012 Os Sítios sem Resposta, o seu romance mais recente.
Visitará a Escola Básica e Secundária da Calheta, 16.03, com José Mário Silva.
Participará na Mesa 4 — Éramos piegas e não sabíamos, 17.03, às 15.30, com Manuela Ribeiro, Paulo Sérgio BEJu, Valter Hugo Mãe.
Nasceu em Granada em 1957 e vive atualmente entre Paris e Lisboa. Foi jornalista e escreveu livros de contornos históricos até se dedicar por inteiro à ficção literária. Tem vários romances publicados em Portugal: Carta do Fim do Mundo (Editorial Teorema, 1998), Terra Prometida (2000), Os Demónios à Minha Porta (2003) e, o mais recente, O Meu Nome É Jamaica (Quetzal Editores, 2011).
Participará na Mesa 1 — Éramos felizes e não sabíamos // 16.03, às 18.00, juntamente com Inês Pedrosa, Patrícia Reis, Pedro Vieira e Rui Nepomuceno.
Nasceu a 2 de março de 1972 em Paris. Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é jornalista desde 1993. Trabalhou 14 anos no Diário de Notícias, onde foi editor-adjunto do suplemento DNA e da secção de Artes. Fez parte da equipa que realizou dois programas televisivos emitidos pela RTP2 (Portugalmente e Juízo Final). É coordenador da secção de livros e crítico literário do semanário Expresso, além de colaborador da revista LER. Escreve diariamente sobre livros e literatura no blogue Bibliotecário de Babel. Tem publicados dois livros de poesia (Nuvens & Labirintos, 2001, e Luz Indecisa, 2009) e um livro de narrativas (Efeito Borboleta e Outras Histórias, 2008).
Visitará a Escola Básica e Secundária da Calheta, 16.03, com Joel Neto.
Participará na Mesa 5 — Éramos originais e não sabíamos, 17.03, às 17.30, com Francisco José Viegas, Graça Alves e Karla Suárez.
É jornalista e autor de Os Retornados — Um Amor Nunca se Esquece, Um Amor em Tempos de Guerra e Longe do Meu Coração, três êxitos com mais de 100 mil exemplares vendidos. Em 2011 publicou o romance Por Ti Resistirei, obra que se encontra na 7.ª edição. Nascido no Porto a 7 de fevereiro de 1963, foi para Angola com 7 meses, tendo vivido um ano em Luanda e 12 em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente, para a cidade do Porto. Aos 16 anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no Jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP. Nessa estação, para além de ter sido jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde. Foi diretor de Informação da TVI. Atualmente é diretor-geral do Porto Canal.
Visitará a Escola Secundária Francisco Franco, 16.03, com Afonso Cruz.
Participará na Mesa 2 — Éramos poors e não sabíamos, 17.03, às 10.00, com Afonso Cruz, Ana Margarida Falcão e Eduardo Pitta.
Nascida em Havana em 1969, é engenheira informática. Publicou as coletâneas de contos Espuma e Carroza para Actores, assim como os romances Os Rostos do Silêncio (Edições ASA, 2002), que obteve em Espanha, em 1999, o prémio Lengua de Trapo de Narrativa, A Viajante (Edições ASA, 2006) e Havana, Ano Zero (Quetzal Editores, 2011). Em 2007 publicou ainda Cuba, les chemins du hasard, um livro de viagens com fotos do fotógrafo italiano Francesco Gattoni, e Lézardes, uma coletânea de contos com fotos do fotógrafo luxemburguês Yvon Lambert. Os seus romances estão publicados em muitas línguas. Muitos dos seus contos figuram em antologias, bem como em revistas publicadas na Europa, nos Estados Unidos da América e nalguns países da América Latina. Em 1996, o seu conto «Aniversário» foi adaptado ao teatro. Em 2002, dois dos seus contos foram adaptados para a televisão cubana. Em 2010, o romance Os Rostos do Silêncio foi adaptado ao teatro em França. Recebeu bolsas de criação literária em Cuba e França. Tem sido docente de cursos de escrita criativa em Itália e França e foi colaboradora do jornal espanhol El Pais. Em 2007 foi selecionada pelo projeto Bogotá 39, que apontou os 39 mais importantes autores latino-americanos até 39 anos, nomeados pela Bogotá Capital Mundial do Livro e pelo Hay Festival. Morou em Havana, Roma e Paris. Vive atualmente em Lisboa, onde é coordenadora do clube de leitura do Instituto Cervantes.
Participará na Mesa 5 — Éramos originais e não sabíamos, 17.03, às 17.30, com Francisco José Viegas, Graça Alves e José Mário Silva.
Nasceu em 1963, na freguesia de Navais, Póvoa de Varzim. Foi professora de Português e Francês, trabalhou como jornalista na SOPETE Rádio Mar e como correspondente no jornal Público. Está ligada ao pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. É coorganizadora do evento literário Correntes d’Escritas — Encontro de Escritores de Expressão Ibérica e cocoordenadora da revista Correntes d’Escritas. É autora das obras Rosa e os Feitiços do Mar (Trinta por uma Linha, 2010), O Catitinha (Campo das Letras, 2006) e Cego do Maio: Anjo da Salvação (meiosdarte, 2005).
Visitará a Escola Básica e Secundária do Carmo, 16.03, com Patrícia Reis.
Participará na Mesa 4 — Éramos piegas e não sabíamos, 17.03, às 15.30, com Joel Neto, Paulo Sérgio BEju e Valter Hugo Mãe.
Natural de Massa Marittima, 1978. Licenciado em Filologia Românica, interessa-se sobretudo pela literatura ibérica em todas as suas projeções geográfico-linguísticas. Foi bolseiro de importantes instituições e centros de investigação em Portugal e Espanha, tais como a Fundação Gulbenkian, Xunta de Galícia, Instituto Ramon Llull (Barcelona), Casa del Traductor de Tarazona, Casa del Poeta de Trasmoz (Espanha) e da Casa do Artista de Machico (Madeira), desenvolvendo projetos de investigação de estudo e tradução poéticas. Traduziu em revista e em volume autores e poetas portugueses, espanhóis, galegos, catalães, brasileiros e aragoneses. Atualmente é investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (Portugal), codirector da revista luso-italiana Submarino e da coleção de poesia alleoPoesia.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Nasceu em Trivero, Itália, em 1969. Mudou-se para Portugal em Junho de 1996. Em setembro de 2006, licenciou-se em Contrabaixo Jazz na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto. Em 2011 acabou o mestrado em Interpretação Artística Jazz na mesma escola. Iniciou a sua atividade profissional em 1990, tocando em vários clubes no Norte da Itália. Participou em vários festivais no mundo. Atuou, entre outros, com Laurent Filipe, Jacinta, Ficções, Melissa Walker, Amélia Muge, Joel Xavier e Didier Lockwood, Jean Pierre Como Trio e Quarteto. Colaborou, entre 2003 e 2009, com o grupo Ala dos Namorados, gravou com Mafalda Veiga e João Pedro Pais o CD ao vivo Lado a Lado, atuando na respectiva tour nacional. Atualmente colabora com Susana Félix e com o projeto Rua da Saudade, com o quarteto de Alexandre Diniz e com Laurent Filipe, The Song Band. Lecciona na Universidade Lusíada de Lisboa, na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas e na Escola de Jazz do Barreiro. Em setembro de 2011 gravou o primeiro trabalho em seu nome com composições originais, a editar em breve.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Nasceu em 1970. Começou a sua carreira jornalística em 1988 no semanário O Independente, passou pela revista Sábado e realizou um estágio na revista norte--americana Time. Escreveu para a Expo ‘98 o livro sobre a Exposição Universal de Paris de 1989, um livro sobre o Pavilhão de Portugal e um sobre os espaços públicos do recinto da mesma exposição. Escreveu a curta biografia de Vasco Santana e o romance fotográfico Beija-Me (2006), a novela Cruz das Almas (2004), os romances Amor em Segunda Mão (2006) e Morder-Te o Coração (2007), que integrou a lista de 50 livros finalistas do prémio Portugal Telecom de Literatura, No Silêncio de Deus (2008) e Antes de Ser Feliz (2009). O seu último romance foi publicado em abril de 2011 pela Dom Quixote e intitula-se Por Este Mundo Acima.
Visitará a Escola Básica e Secundária do Carmo, 16.03, com Manuela Ribeiro.
Participará na Mesa 1 — Éramos felizes e não sabíamos, 16.03, às 18.00, com Inês Pedrosa, José Manuel Fajardo, Pedro Vieira e Rui Nepomuceno.
Nasceu no Monte, em 1971. É docente de EVT e licenciou-se em Artes Plásticas — Escultura. Concluiu uma pós-graduação em Direção Artística e tem desenvolvido projetos de expressão dramática — teatro, performance, artes plásticas e curadoria. Expõe desde 2002. Já foi galardoado com o prémio do concurso de poesia integrado nas Comemorações do Dia da Cidade de Abrantes, em junho de 1996, e com o prémio Henrique e Francisco Franco (Calheta, dezembro de 2005). A sua primeira publicação data de setembro de 2010, com as ilustrações do livro As Coisas mais Belas do Mundo, de Valter Hugo Mãe.
Visitará a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, 15.03, com Graça Alves e Valter Hugo Mãe.
Participará na Mesa 4 — Éramos piegas e não sabíamos, 17.03, às 15.30, com Joel Neto, Manuela Ribeiro e Valter Hugo Mãe.
Nasceu em 1975 em Lisboa, cidade onde vive. Licenciado em Publicidade e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social, trabalha no Canal Q das Produções Fictícias como criativo, tendo sido um dos responsáveis pelo programa Ah, a Literatura!. É ilustrador residente da revista LER e uma das figuras mais conhecidas da blogosfera, onde mantém o Irmão Lúcia e é coautor do Arrastão. O romance Última Paragem: Massamá, da sua autoria, foi publicado em 2010 com a chancela da Quetzal Editores.
Visitará a Escola Básica e Secundária Bispo D. Manuel Ferreira Cabral, 16.03, com Graça Alves.
Participará na Mesa 1 — Éramos felizes e não sabíamos, 16.03, às 18.00, com Inês Pedrosa, José Manuel Fajardo, Patrícia Reis e Rui Nepomuceno.
Advogado, político e historiador, nasceu a 10 de maio de 1936, no Funchal. Licenciou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Como escritor e articulista, foi eleito, em 2005, presidente da assembleia-geral da Associação de Escritores da Madeira, tendo escrito artigos de cariz histórico, político e sociológico, nomeadamente no Comércio do Funchal, no Diário de Noticias e nas revistas Islenha, Margem e Ilharq. Em 1994, a Caminho publicou o seu ensaio histórico As Crises de Subsistência na História da Madeira, e a Editorial Eco do Funchal editou, em 2003, Uma Perspectiva da História da Madeira, com prefácio de Urbano Tavares Rodrigues. Publicou ainda outras obras sobre a história da Madeira: A Conquista da Autonomia da Madeira (Caminho), História da Madeira — Uma visão actual (Campo das Letras) e, mais recentemente, A Madeira Vista por Escritores Portugueses: Séculos XIX e XX (Funchal 500 Anos). Em 2009, foi agraciado pelo presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Participará na Mesa 1 — Éramos felizes e não sabíamos, 16.03, às 18.00, com Inês Pedrosa, José Manuel Fajardo, Patrícia Reis e Pedro Vieira.
Vive em Vila do Conde, mas foi em Angola, Saurimo, que nasceu, no ano de 1971. Licenciado em Direito, é pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Publicou os romances a máquina de fazer espanhóis (2010), o apocalipse dos trabalhadores (2008), o remorso de baltazar serapião — pelo qual recebeu o prémio José Saramago em 2006 — e o nosso reino (2004). Escreveu quatro livros ilustrados para os mais novos: O Rosto (2010), As mais Belas Coisas do Mundo (2010), A História do Homem Calado (2009) e A Verdadeira História dos Pássaros (2009). É vocalista do grupo musical Governo e esporadicamente dedica-se às artes plásticas. É também letrista dos músicos/projetos Mundo Cão, Paulo Praça, Indignu, Frei Fado Del’Rei, Blandino e Eliana Castro. Assina a coluna «autobiografia imaginária» no Jornal de Letras. Em 2011 foi publicado o seu último romance: O filho de mil homens.
Visitará a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, 15.03, com Graça Alves e Paulo Sérgio BEJu.
Participará na Mesa 4 — Éramos piegas e não sabíamos, 17.03, às 15.30, com Joel Neto, Manuela Ribeiro e Paulo Sérgio BEJu.
Nascido em 1955 na Suíça, é professor de Poesia e membro do grupo de poetas chineses que orbita em torno da revista literária Jintian (Hoje), que inclui Yang Lian, Bei Dao, Duo Duo, Gu Cheng, Jiang He, Shu Ting e Mang Ke. O seu trabalho apresenta uma forte às normas prescritas pelo regime comunista durante a Revolução Cultural, optando antes por um estilo mais obscuro. Depois de fazer parte do protesto associado aos incidentes de Tianamen, quando se encontrava na Nova Zelândia, a sua obra foi incluída numa lista negra e foi-lhe retirada a cidadania, pelo que se naturalizou neo-zelandês. Publicou sete antologias de poesia e duas antologias de prosa. Nomeado para o prémio Nobel da Literatura, vive atualmente em Londres. Coeditou, com W. N. Herbert, a Anthology of Contemporary Chinese Poetry. É autor de Lee Valley Poems — A project of poems and translation (2009), Riding Pisces: Poems From Five Collections (2008), Concentric Circles (2005), Yi (2002), Where the Sea Stands Still: New Poems (1999).
Visitará a Universidade da Madeira, 16.03, com Barry Wallenstein, Donatella Bisutti, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha.
Participará no espetáculo Ser Poeta não É Uma Invenção Minha, 16.03, às 21.30.
Participará na Mesa 3 — Éramos violentos e não sabíamos, 17.03, às 11.45, com Barry Wallenstein, Fernando Pinto do Amaral, Francesco Benozzo, Jaime Rocha e João Carlos Abreu.
Atuará na Noite do Desassossego, 17.03.
O jantar de quinta-feira à noite, dia 15 de março, o primeiro dia do Festival Literário da Madeira, está agendado para as 20.00 no restaurante Venda da Donna Maria, situado na Zona Velha do Funchal. Com decoração inspirada nas tradições e história da freguesia de Santa Maria Maior, apresenta pormenores dos anos 40, 50 e 60 do século xx, servindo as refeições em pratos originais da época.
Morada
Venda da Donna Maria
Rua de Santa Maria, n.º 51
9060-290 Funchal
Situado no Lido, o Hotel Meliã Madeira Mare é um hotel moderno de linhas contemporâneas e de inspiração marítima, com vista sobre o oceano Atlântico e acesso à pequena praia do Gorgulho.
Dispõe de alojamento para férias ou para negócios sendo composto por 220 quartos, incluindo 16 suites premium, 8 master suites e 2 suites executivas.
A oferta de serviços de comidas e bebidas do hotel é composta por dois restaurantes, três bares e esplanadas. Dispõe ainda de três piscinas aquecidas — uma exterior, uma dedicada às crianças e uma interior de água doce —, SPA e fitness center. A área de congressos e de eventos totaliza 750 m2, nos quais se incluem um ballroom com capacidade até 450 pessoas e 5 salas polivalentes com um foyer e um business centre.
Morada
Meliã Madeira Mare
Rua Leichlingen, n.os 2-4
9000-003 Funchal
O Teatro Baltazar Dias deve o seu nome ao poeta cego da ilha da Madeira, autor teatral da segunda metade do século XVI. Construído em 1888, foi palco das mais importantes manifestações culturais na Madeira; durante muito tempo, a sua sala foi a única a exibir filmes em toda a ilha. Desde a demolição do velho Teatro Grande, era aspiração dos munícipes funchalenses a construção de um teatro digno da terceira cidade do país.
Construído no anterior espaço pertencente ao mercado e ao circo, o projeto de construção do teatro foi entregue ao engenheiro portuense Tomás Augusto Soler. A primeira pedra da construção do futuro Teatro Municipal do Funchal foi lançada a 24 de Outubro de 1884. Para estas obras, além de Tomás Augusto Soler, deslocaram-se ainda dois pintores e decoradores conhecidos no país, Eugénio do Nascimento Cotrim e o italiano Luigi Manini, ambos com grande experiência de decoração de teatros.
A plateia comportava inicialmente 250 lugares, dos quais 100 eram mais confortáveis e de maior preço, seguindo-se as cadeiras, próximas do fosso da orquestra. Superiormente e em correspondência, ficam os camarotes de 2.ª ordem, nivelados com o salão nobre, no 1.º andar do edifício. No início, previu- -se igualmente uma geral com 150 lugares. Hoje, por questões de segurança, pois o teatro tem 100 anos, e por questões técnicas, dado o sistema de iluminação, este espaço não é utilizado pelo público.
As obras do teatro terminaram em Julho de 1887, e, no dia 27 desse mês, os artistas organizaram uma grande festa para comemorar a entrega do edifício à Câmara.
Depois desta data, a inauguração foi por diversas vezes anunciada, a primeira das quais para o dia 16 de Outubro de 1887, data do aniversário da rainha D. Maria Pia, padroeira do teatro, mas acabou por não se realizar.
Até aos dias de hoje, o teatro recebeu várias designações. Primeiramente chamava-se Teatro D. Maria Pia, em homenagem à esposa de D. Luís I. Depois da implantação da República, mudou de nome para Teatro Funchalense. Posteriormente, foi nomeado Teatro Manuel de Arriaga, antigo deputado pela Madeira e primeiro presidente da República. Anos mais tarde, foi proposto pelo então presidente da Câmara, Fernão de Ornelas, um novo nome: Teatro Municipal Baltazar Dias, em homenagem ao dramaturgo de origem madeirense. É essa a designação que permanece até hoje.
O projeto, desenvolvido pelo arquitecto Tiago Oliveira, teve como objetivo a recuperação de uma antiga quinta madeirense que respeitasse a identidade da área mas que fosse simultaneamente um projeto moderno, elegante e sofisticado. Assim, neste complexo turístico, que hoje é membro do exigente grupo internacional Design Hotels, conseguiu-se instituir um ambiente sofisticado mas casual numa localização espantosa e única assente no equilíbrio entre a arquitectura e a paisagem.
Em termos ambientais, conservou-se o dragoeiro, uma espécie que faz parte da Macaronésia, e criaram-se jardins à volta da propriedade que possuem uma distinta variedade de árvores e flores. Os quartos foram desenhados por Carvalho Araújo, um dos colaboradores habituais do arquiteto Siza Vieira.
O restaurante, com uma estrutura envidraçada, foi concebido para que, durante a noite, quando iluminado, pareça suspenso sobre o mar e a vila, onde se pode saborear um menu elaborado pelo chef Eleutério Costa. A estalagem oferece uma série de atividades ligadas à natureza de saúde e bem-estar, através dos tratamentos especializados do spa ou das aulas de ioga e qi-gong com vista sobre o mar.
Morada
Quinta da Rochinha, Caminho do Passo, n.º 6
9360-529 Ponta do Sol
Agustina Bessa-Luís, n’A Corte do Norte, converteu a ilha da Madeira num espaço de desdobramento, de emergência do duplo e de confronto entre o passado e o presente.
O Festival Literário da Madeira, nesta 2.ª edição, segue a levada que une Agustina a Pessoa e leva-nos ao tempo em que éramos felizes e não sabíamos.
Nesta ilha, onde as palavras não acabam, voltam a reunir-se algumas das grandes vozes da literatura para dar corpo a um dos momentos que marcam o panorama cultural nacional.
Num tempo em que se mede o valor económico da cultura, acreditamos que o Festival Literário da Madeira pode converter-se num contributo válido para o turismo e para a economia da região.
Numa organização conjunta da Booktailors — Consultores Editoriais e da editora Nova Delphi, os promotores querem também dar continuidade à intensa e profícua programação cultural existente na Madeira.
Unimos o mundo num palco e inventamos um poeta com quatro vozes, duas linguagens e um só sentimento.
Mantemos o relacionamento privilegiado com as escolas e a universidade, cinco mesas de intenso debate e discussão, com os autores a darem largas à imaginação e à palavra. Partimos do que fomos e não sabíamos. Nós, os originais. Nós, os violentos. Nós, os piegas. Nós, os escritores, os editores, os leitores, reunidos à mesma mesa. Felizes.
Sejam bem-vindos.
Informações em breve neste sítio.
Conferência inaugural: Agustina Bessa-Luís
Visitas a Escolas
*16 DE MARÇO*
Visitas a Escolas
Mesa 1
«Éramos felizes e não sabíamos»
Espetáculo Ser Ser Poeta não É Uma Invenção Minha
*17 DE MARÇO*
Mesa 2
«Éramos poors e não sabíamos»
Mesa 3
«Éramos violentos e não sabíamos»
Mesa 4
«Éramos piegas e não sabíamos»
Lançamento Nova Delphi
Mesa 5
«Éramos originais e não sabíamos»
Noite do Desassossego

















